quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A filha da empregada

Quando cheguei em casa estava somente nós três, a empregada, eu e a filha dela. Fui assistir televisão quando ela chega perguntando se eu queria algo, eu disse que não. Ela era uma menina bela, porém não era do meu tipo, sempre gostei de meninas do tipo gostosas burras. Ela era sim gostosinha mas era muito inteligente, era bolsista no meu novo colégio, então ela veio conversar comigo sobre a escola, o que tinha achado. Disse que tinha gostado, mas o povo não era muito amistoso, pois ninguém conversava comigo eu me senti constrangido. Ela disse sentir o mesmo pelo fato de ser bolsista ela tinha até medo dos alunos pela agressividade que alguns tratavam ela, tentei confortá-la, falando que era tudo assim mesmo. Com o passar dos dias viramos amigos, e comecei a me excitar por ela, ao ponto de me masturbar com uma calcinha dela e ouvindo a voz dela , então percebi a gravidade, e decidi falar com ela que estava afim de namorar com ela ela disse que não poderíamos namorar pelo fato da mãe dela ser minha empregada, então pedi pra namorar escondido, ela como uma verdadeira menina esperta aceitou sem saber o que a esperava. Nos encontrávamos em todos os lugares da casa, e um dia a mãe dela recebeu uma ligação da minha mãe dizendo que ela precisava fazer a feira pois minha mãe atrasaria no serviço e não pegaria o supermercado aberto, ela saiu pra comprar eu dei um beijo na tâmara e disse, agora só tem a gente, foi quando notei que ela estava de saia e uma camiseta preta, que mostrava em detalhes seu corpo de ninfeta gostosa. Começamos a ficar no sofá e eu muito esperto passava a mão no corpo dela todo, e num descuido dela cheguei com a mão na bucetinha dela, foi aí que vi que ela gostava da situaçao pois sua bucetinha tava molhadinha. Foi quando eu fiz o comentário: amor sinto a mesma vontade por você! e coloquei a mão dela em cima do meu pau. Ela tirou a mão dela rapidamente e disse que não era esse tipo de garota falando que só pelo fato de não ser virgem não significava que ela teria vontade de transar comigo, que éramos apenas amigos. Foi aí que disse pra ela despreucupar que aconteceria somente o que ela quisese mas que eu estaria mais a vontade, então tirei minha blusa e voltei a ficar com ela, foi quando percebi a malícia dela, em começar a passar a mão na minha barriga e delicadamente abaixar meu zíper, em fração de segundos meu pau tava pra fora e ela me beijando disfarçando as reais intenções, foi quando eu dei um abraço forte nela e vi meu pau roçar aquela virilha dela, ela ficou louca de tesão e me levou para meu quarto que era o menor da casa porém o mais escuro, dizendo que não gostava de ver o que fazia. No quarto ela logo tirou minha roupa, e numa forma sexy fazia um strip tirando peça por peça, foi ai que vi pela primeira vez seus peitos, aqueles peitos grandes, com mamilos pequenos, rosados e apontados para o céu, que me dava muito tesão, nessa hora ela sentava no meu colo e esfregava aqueles peitos na minha cara como uma boa puta, foi quando pedi pra fazer uma espanhola naqueles peitos que muito me excitava, ela aceitou com a condição de eu deixar eles bem molhados com minha língua, aceitei na hora os peitos eram tão grandes que com uma mão só não tampava, chupei os peitos dela e de uma forma maliciosa enchi o decote dela de chupão pra todos verem que aquela foi traçada por mim. Foi quando comecei a roçar minha rola nos peitos dela e so aumentando a freqüência descontroladamente até acertar o queixo dela, foi quando ela ficava acariciando minhas bolas de forma que nenhuma outra fez até hoje. Ela pedia para eu chupar ela. Quando aceitei tive a surpresa, achei que como uma boa profissional ela estaria depiladinha cheirosa pra uma tarde de sexo selvagem, mas não. Vi aquela buceta toda coberta por pelos, pelos claros um tom de castanho claro quase loiro, que marcava por todo redor da buceta , não sei o motivo mas aquilo me excitava, então chupei muito aquela fenda que tinha um cheirinho único, e tinha também umas partes mais rosadas que outras, e uma grande testa, que dava muito volume quando ela usava calça apertada, foi quando comecei a colocar a linga e o dedo que ela ficou tão excitada ao ponto de gozar, e gozou muito. Eu me sentia homem pois era a primeira que eu faria gozar em minha vida, todas minhas transas antes foram de brincadeiras perto daquela, então eu chupava aquela buceta linda cheia de pelos quando ela pediu para colocar meu pau na entradinha porque queria começar a brincadeira, foi quando vi aquela linda loirinha de 4 empinando aquela bucetinha cabeluda porem bem abertinha, eu comecei a roçar meu pau nela até ela descontrolada pedir pra eu colocar. Quando coloquei tudo ela parecia uma cadela louca levando pica na bucetinha, ela gemia muito alto e gritava palavras excitantes, perguntava se tava gostando da minha putinha, que ela aquela noite faria eu gozar 14 anos de porra, que ela seria a melhor puta da minha vida. Eu retribuía chamando ela de puta, vagabunda, piranha, ela rebolava quando eu falava isso, foi quando num movimento brusco ela me derruba na cama e começa um boquete repentino e muito gostoso, mas tão sagaz que chegava a morder por todo meu pau e pedia leitinho na boca, com aquele pauzão na boca dela vi que ela queria mesmo era porra na cara, foi quando coloquei ela na cama e comecei a bombar num gostoso frango assado, isso me dava muito tesao aquela buceta bem beiçuda cheia de cabelo so pra mim foi quando um tesão louco veio subindo das minhas pernas me fazendo tremer foi o tempo de tirar da bucetinha dela e de escorar no rosto dela e gozar, uma porra vistosa e quente, se espalhava pelo rosto dela todo, ela chupava meu pau semi mole sem parar foi quando ele sem parar ficou duro na boca dela querendo mais. Ela chupava como uma louca, foi quando botei ela de 4 segurei as mãos dela nas costas e disse: Agora eu dou as ordens! Empina esse rabo gostoso sua vadia! ela ria da situação falando pra eu meter onde quisesse foi quando eu coloquei naquele anelzinho rosadinho dela que quase ninguém tinha comido ainda, ela reclamaria logo depois que estaria desconfortável mas eu com meu nível de tesao no máximo não ouvia nada e so introduziria pouco a pouco e sentia que sangrava um pouco mas não sabia se era meu pau ou aquele cuzinho bem apertadinho, continuamos, por 15 minunos naquelas bombadas gostosas, nada melhor que ouvir o som de uma vadia batendo com força no seu saco, aquele som que quando mais forte mais excita, foi assim nessa pressão que gozei de novo naquele cuzinho gostoso e com algumas manchinhas de sangue quando comecei a tirar o penis percebi que o sangue saia de mim, pois a pele do meu penis estava se rompendo naquele cuzinho áspero, ela se prontificou a chupar com o rabo cheio de sangue e porra, quando nos levantamos percebemos que nós dois estávamos assados de tanto transar, eu pior com uma dor terrível toda vez que urinava, ela com uma dor quando andava, essa relação nossa rendeu muitas historias, que logo postarei aqui abraços a todos!

2 comentários:

  1. Foi quando... foi quando... foi quando... foi quando... Putz!

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  2. Foi quando... foi quando... foi quando... foi quando... Putz!

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